sexta-feira, 1 de junho de 2012

Reforço e punição

    A Psicologia Comportamental tem como principal objetivo a analise do comportamento individual (Ferster, Culbertson & Boren 1979). O psicologo comportamental observa as contingências, ou seja, observa os estimulos, aquilo que ocorre no meio, variavel independente; os comportamentos, a ação do sujeito, variavel dependente; e as consequências do comportamento no ambiente, sendo uma variavel independente.
   A resposta pode ser um reforço ou uma punição: 
  • Reforço positivo: a presença de uma situação prazerosa e desejada pelo sujeito. Os principais reforçadores positivos para humanos são alimentos, água, sono, atenção social e sexo. Por exemplo: o adulto diz à criança "guarde seus brinquedos", dando um estímulo, a criança guarda todos os brinquedos, emitindo o comportamento desejado, então o adulto entrega à criança um pedaço de bolo, um reforçador para a mesma.
  • Reforço negativo: é a ausencia de uma situação não prazerosa e indesejada pelo sujeito. Por exemplo: um individuo está usando agasalho quando começa a ficar muito quente (estimulo), ele retira o agasalho (ação), e passa a não sentir-se mais incomodado pelo calor, tornou a situação reforçadora.
  •  Punição positiva: é a presença de algo ou situação não prazerosa e indesejada pelo sujeito. Por exemplo: Ao realizar uma tarefa, o individuo comete um erro (ação) e então é chamada sua atenção (punição).
  •  Punição negativa: é a ausencia de algo ou situação prazerosa e desejada pelo sujeito. Por exemplo: O individuo está descansando, porém precisa realizar uma tarefa (estimulo), começa a realizar a tarefa (ação), passa a não ter a situação prazerosa (punição).

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Relaxando um pouco

    Depois de tanto falar sobre psicologia, vamos relexar um pouco ouvindo musica... Né?!
Hoje Blind Guardian:

Wheel of Time 

Now there is no end
The wheel will turn, my friend

I'me in flames 
Cause I have touched the light
It pulls me so
We shall be one
Forever more
 Thats all I want
It's all I need
Everything is fixed 
There's no chance
There's no choice

It's calling me 
"Saidin"
So precious and sweet
My mind keeps fadind away

 It's scratching deeper 
My sole reliever 
How can I find you now?

Passing through the flames
I see
How terror will rise 
It soon will be over
Of father of lies
Like foul winds at twilight
It's coming over me
What was, and what will be?
What is?
I don't know

Driving me insane 
Just feel the heat 
Madness creeps in
I'll tear it down


There's no end
Wheel of time
It keeps on spinning 
There's no beginnig
Turn the wheel of time
There's no beginning
Just keep on spinning

Light - it blinds me
Light - it blinds me
Light - it finds me
Light denies me now

I creep along
So desperate and tired
Let me ask you
Why?
I am what I am
Prophecies says I am the chosen
"Taveren"
The flame will grow in 
Feel the heat
I'll keep on breathing
After all there's no tomorrow

Wheel of time
 Save my soul, find a way
And if I fail, will it all be over?
Oh wheel of time

The vision
So fleeting and vague
Once again I will bring down the mountain
One last glimpse
It constantly slipping away

The young man said
"I will never give up"
 The inner war 
I can hold against it
My mind, my mind 
My mind in darkness

The young man said 
"I will never give up"
The prophecy
Behold is true
I conquer the flame 
To release the insane
I'm crying 
I cannot erase
I'm the dragon reborn
And in madness
I soon shall prevail
 Twice I'll be marked and
Twice I shall live
The heron sets my path
And name me true
Twice I'll be marked and
Twice I shall die
My memory's gone
But twice I pay the price

Wheel of time
Save my soul 
Find a way
May it be as the pattern has chosen
oh, wheel of time
turn the wheel of time
It keeps on spinning
there's no beginning
There's no end, wheel of time
there's no beginning
Just keep on spinning

Shine on 
Embrace and deny me
Turn on, wheel of time
Shine on
You've burnt me, now guide me
Wave on, wheel of time



 Blind Guardian é uma banda de Pawer Metal formada em meados da decada de 80 em Krefeld, na Alemanha. A banda geralmente busca inspiração para suas musicas na cultura medieval, nas mitologias nórdica e grega e em obras de literatura fantástica, principalmente de J. R. R. Tolkien.

Integrantes 
  • Hansi Kürsch - Vocalista e baixista
  • André Olbrich - Guitarrista
  • Marcus Siepen - Guitarrista
  • Frederik Ehmke - Baterista
*-*

Comportamento verbal I

    "Os homens agem sobre o mundo, modificam-no e, por sua vez são modificados pelas conseqüências de sua ação." Isso pode acontecer de forma mecânica, direta, simples, como pegar um objeto, por exemplo.

    Muitas vezes o homem age de maneira indireta, tendo seu primeiro efeito sobre outros homens, pedindo um copo d'água, por exemplo. Este comportamento não é mecanicamente relacionado ao resultado "obtenção do copo d'água", sendo então muito mais complexo, por necessitar da compreenção do ouvinte. É característico desse comportamento não atingir diretamente o mundo físico, então chamado comportamento Verbal.

    "As conseqüências de tal comportamento surgem por intermédio de uma série de acontecimentos não menos físicos ou inevitáveis que as ações mecânicas, mas bem mais difíceis de descrever."
   A junção do comportamento do falante e do ouvinte compõem o Episódio Verbal Total. Neste epsódio não existe nada além do comportamento combinado de dois ou mais indivíduos. O estudo do Comportamento Verbal tem como objetivo mais do que apenas descrever o evento, mas também prever e alterar o mesmo.

Lev Semenovich Vygotsky

    Vygotsky (1896-1934) nasceu na cidade de Orsha -Russia- e morreu em Moscou com tuberculose. Formou-se em direito, história e filosofia nas Universidades de Moscou e A. L. Shanyavskii. Sendo marxista tenta desenvolver uma psicologia com estas características.
    A sua teoria chegou ao ocidente através de dos livros "Pensamento e Linguagem" (Vygotsky 1993) e "A Formação Social da Mente" (Vygotsky 1991). Era um psicologos experimental, tendo os experimentos como ponto de partida para suas construções teoricas.
    Vygotsky argumenta que "O desenvolvimento das bases psicológicas para o aprendizado de matérias básicas não precede esse aprendizado, mas se desenvolve numa interação contínua com as suas contribuições.", "O aprendizado precede o desenvolvimento em muitas áreas.", "O aprendizado de uma matéria influencia o desenvolvimento das funções superiores para além dos limites da matéria específica."
    A partir disso Vygotsky desenvolve dois conceitos chave: Zona de Desenvolvimento Real (ZDR) e Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP).
    A ZDR é o conjunto de funções já dominadas pelo sujeito. Enquanto a ZDP é o conjunto de habilidades onde, se assistido por alguém mais experiente, o sujeito pode ter sucesso.
   "Propomos que um aspecto essencial do aprendizado é o fato de ele criar uma zona de desenvolvimento proximal; ou seja, o aprendizado desperta vários processos internos de desenvolvimento, que são capazes de operar somente quando a criança interage com pessoas em seu ambiente e quando em cooperação com seus companheiros. Uma vez internalizados, esses processos tornam-se parte das aquisições do desenvolvimento independente da criança." (Vygotsky 1991).

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Primeiro trabalho...

Psicologia Humanista

A psicologia humanista surgiu na década de 50, ganhando força nos anos 60 e 70, como uma reação às idéias psicológicas pré-existentes - o behaviorismo e a psicanálise - embora não quisesse revisá-las ou adaptá-las, mas dar uma nova contribuição à psicologia.

As críticas ao comportamentalismo giravam em torno de sua abordagem estreita, artificial e estéril da natureza humana, que reduzia o homem à máquinas e animais propensos ao condicionamento. A divergência à psicanálise se mostrava no questionamento à ênfase no inconsciente, nas questões biológicas e eventos passados, no estudo de pessoas neuróticas e psicóticas e na compartimentalização do indivíduo.

O movimento humanista teve forte influência das filosofias existenciais e da fenomenologia. As convicções e as certezas começam a ruir no século XX, quando a razão começa a entrar em crise devido à existência da corrida armamentista e à pouca contribuição dos avanços tecnológicos na diminuição da desigualdade social no mundo. O existencialismo tem o homem como ponto de partida nos processos de reflexão e a fenomenologia, a consciência do ser sobre algo, a investigação da experiência consciente: o fenômeno. Com Heidegger, filósofo fenomenológico, há um retorno à teoria do conhecimento e das questões ontológicas. O ser e a existência do todo passa a ser a questão central.

O existencialismo fenomenológico, enquanto método apreendido pelo movimento humanista, se pauta em três questões:

- redução fenomenológica
Recurso para se chegar ao fenômeno em sua essência, considerando a sua totalidade e visando, deste modo, a incorporação de uma atitude crítica perante o cotidiano. A concordância entre a intuição, que ocorre na imediatez da vivência, e a significação se faz essencial para a aproximação da realidade observada. A busca pela essência do sintoma permite a recapitulação da realidade total, pois somente ela consente o conhecimento dos fatos.

- intencionalidade
Atribuição de sentido do fenômeno, onde a consciência e o objeto, o sujeito e o mundo estão unificados. Quando esta fusão ocorre, a totalidade é apreendida e a decisão torna-se um processo consciente e libertador. O sujeito pensante e o objeto pensado tornam-se uno. A intencionalidade só surge após a compreensão da realidade, obtida, por sua vez, pela redução fenomenológica.

- subjetividade e intersubjetividade
O encontro entre a própria subjetividade e a do outro é chamado de intersubjetividade. É ela que, através da pluralidade de constituições de vários sujeitos, dá sentido ao mundo. O acoplamento entre a intra-subjetividade e a intersubjetividade é a única forma de efetivação de uma comunicação verdadeira, que faculta a chegada à essência.

É importante frisar que a fenomenologia não visa a explicação do objeto; as coisas, sim, que quando apreendidas, se tornam um momento fenomenológico. A função de sua abordagem é permitir a elaboração de conceitos que expressem adequadamente o fenômeno que se pretende estudar. São estes conceitos que auxiliam a pessoa a como proceder no dia-a-dia, uma vez que a história só é construída à medida que as coisas recebem significados. Logo, embora a realidade exista per si, sofre ressignificação no encontro com a realidade íntima de cada um, o que a torna fluída. O processo terapêutico deve, portanto, conectar a experiência interior ao mundo da objetividade.

A grande contribuição desta nova escola pode ser vista na ênfase da experiência consciente, na crença na integralidade entre natureza e a conduta do ser humano, no livre-arbítrio, espontaneidade e poder de criação do indivíduo, e no estudo de tudo que tenha relevância para a condição humana. Somente mediante a perspectiva da totalidade, que a consciência é entendida.Esta, por sua vez, deve ser submetida à temporalidade, impedindo-a de ficar estática e desmistificando a existência de uma realidade pura. Seu valor reside na relação que estabelece entre as realidades. Experienciar o tempo presente como uma totalidade que sinaliza a integração eu-mundo é fundamental para a libertação das exigências compulsivas do passado e futuro.

A aplicação prática dos conceitos da fenomenologia existencial revelará a direção na formulação de uma nova percepção e na solução de problemas por meio de uma mudança consistente. A lógica da mudança passa por passos - partes, totalidade, consciência, intencionalidade e ação - que devem ser trabalhados na terapia.

O otimismo acerca da liberdade e do potencial humano é bastante revelador das crenças do movimento. Para atingi-los, a terapia faz uso da mais alta gama de instrumentos, desde a validação da introspecção e da intuição como fonte preciosa de informação, até a análise da literatura.

A teoria humanista tem como principais teóricos Abraham Maslow (1908-1970) e Carl Rogers (1902-1987), os maiores responsáveis pela projeção dos seus postulados no mundo. O primeiro, americano, foi considerado o pai espiritual do movimento humanista. Maslow abandona o comportamentalismo, abraçado no início de sua carreira, por passar a acreditar na tendência inata que cada pessoa traz em si para se tornar auto-realizadora. Este seria o nível mais alto da existência humana, onde a realização do potencial de cada indivíduo seria conquistada. A existência de níveis a serem satisfeitos foi proposta por ele através da hierarquia das necessidades. De acordo com Maslow, estas necessidades seriam inatas e deveriam obedecer a uma ordem de saciação, que se encontra representada na pirâmide abaixo. A grande novidade trazida por Maslow, para a psicologia, foi os estudo de pessoas, consideradas por ele, saudáveis, através dos quais formulou suas teorias.
O segundo, também americano, teve o seu trabalho pautado no valor do indivíduo desde o início. Diferentemente do seu contemporâneo, suas visões advieram do tratamento de indivíduos emocionalmente perturbados. Rogers trabalhou com um conceito semelhante ao da auto-realização de Maslow: a existência de uma única motivação avassaladora que se configura na tendência inata que cada pessoa tem de atualizar as capacidades e potenciais do eu, a tendência atualizante. Ele também defendeu a idéia de autoconceito como sendo um padrão organizado e consistente de características percebidas em cada um desde a infância. Na medida em que se acumulam novas experiências, este conceito pode ser reforçado ou ser substituído por novos. Experiências infantis podem ajudar ou prejudicar a auto-atualização, ainda que esta seja inerente ao homem, mas, de forma alguma, são podem ser consideradas determinantes. A capacidade do homem de poder alterar consciente e racionalmente seus pensamentos e comportamentos indesejáveis fornece ao presente um grande peso na formação da personalidade do indivíduo. Para ele, os indivíduos bem ajustados psicologicamente têm autoconceitos realistas, sendo a angústia psicológica advinda do impasse ou desarmonia entre o autoconceito real (o que se é de fato) e o ideal para si (o que se deseja ser). Por isso, Rogers defendia que o cliente deveria determinar o conteúdo e a direção do tratamento, uma vez que este tem dentro de si vastos recursos para o auto-entendimento e para alterar o autoconceito. O termo terapia centrada no cliente deriva desta idéia e esta é encarada apenas como um facilitador.
As principais críticas ao movimento são atribuídas ao seu escopo vago e à sua falta de cientificidade, tendo seus próprios expoentes reconhecido a sua não aceitação na filosofia da ciência. Tal fato é notado na pouca porcentagem (1%) destinada à psicologia humanista nos livros da área e, ainda assim, fazendo menção apenas à hierarquia das necessidades de Maslow e à terapia centrada na pessoa de Rogers, embora 15 % dos psicólogos atuantes no mundo tenham adotado tal linha. Outros pontos questionáveis desta teoria são a crença de que sua prática não daria suporte necessário às pessoas com distúrbios mais graves, e a confiança na formulação do autoconceito do cliente durante o seu tratamento. Muitos estudiosos, ainda, não a consideram diferenciada suficientemente da gestalt a ponto de justificar a existência de um nome próprio.
Tudo isso fez com que a psicologia humanista tenha sido considerada pelos seus próprios formuladores apenas uma experiência. Não obstante as críticas, a promoção de métodos terapêuticos que acentuam a auto-realização, a responsabilidade pessoal e a liberdade de escolha, além da consideração do contexto familiar, social e de trabalho em que a pessoa se insere, foram de suma importância na ratificação de mudanças já em curso.
No Brasil, a ditadura era uma realidade, ainda que, no mundo, houvesse grande incentivo à liberdade de escolha. Apesar dos entraves políticos, a influência humanista é sentida aqui quando há, finalmente, o processo de regulamentação da profissão e estabelecimento do curso com a lei 4119 de 27 de agosto de 1962. Neste currículo, já aparece de forma seminal a psicologia humanista.
O psicólogo Carl Rogers, conhecido internacionalmente, veio ao país – mais precisamente ao Rio de Janeiro e Recife -, para realizar workshops e difundir suas idéias. Em entrevista à revista Veja em 1977, Rogers cita os principais pontos de sua teoria e afirma, categoricamente, que a abordagem centrada na pessoa é de fácil convivência na democracia.A grande aceitação da abordagem de Rogers, no Brasil, aconteceu principalmente nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e na Capital Federal, onde vários centros divulgam e formam psicólogos especialistas na abordagem centrada na pessoa.
                           (Texto retirado de http://psiquehumanista.blogspot.com/ )



       Para os que não tem familiaridade com Psicologia (não conhecem o curso,não querem ler toda aquela merda de texto, não gostam, ou são retardados) basta assistir ao vídeo para entender o assunto.



       Espero que gostem...

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

E o show começa...

        E depois de muito tempo lendo ,criticando, invejando e mandando tomarem todos no #$... resolvi criar meu próprio blog... não tenho muito o que dizer hoje, porém já deixo a dica de que por aqui aparecerão assuntos variados. (sim, falarei sobre animes e jogos, também falarei sobre moda, trabalhos e enfim, qualquer merda que me der vontade de digitar!!!!)


       Por hoje só vou deixar algumas fotos que eu gosto muito...




 Sim, eu amo a noite...



Noite, anjos, luas... Frio, céu nublado, etc.





O bem e o mal... se amam...
Mas eu prefiro a diabinha...rsrsrs.




É, eu também tenho um lado bonitinho e feminino...


Ou não...


Por hoje é só isso... 

                               Até a próxima!